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Relação pai e filha: Freud explica

Posted on 23 de janeiro de 201723 de janeiro de 2017

O tão conhecido Complexo de Édipo, de autoria de Sigmund Freud, sempre foi muito utilizado para explicar a forte relação do filho com a mãe. E esse mesmo conceito pode explicar também a afinidade entre pai e filha, ou seja, a tal figura do sexo oposto mais próxima.

Especialistas em relacionamento também confirmam que a ligação entre pai e filha é sim muito forte. Dra. Peggy Drexler, em seu livro ‘Our Father, Ourselves’, apresenta 7 lições em que os pais podem contribuir mais do que as mães no desenvolvimento das meninas.

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1 – É cada vez mais comum os pais tratarem as filhas pequenas como teriam tratado seus filhos no passado, ou seja, ensinando-as a pescar, levando-as para acampar, familiarizando-as com coisas como furadeiras e mecânica de carros, incentivando-as a trabalhar em áreas dominadas por homens. Isso possibilita que mais mulheres abram caminho no mundo do trabalho.

2 – O relacionamento entre pai e filha muda quando a filha chega à adolescência, fase em que ela começa a distanciar-se dos pais e aproximar-se mais dos amigos. Mas o pai deve continuar a mostrar que ama e apoia sua filha, que tem tempo e interesse em conversar com ela, mesmo que a filha não se mostre interessada.

3 – O modo como o pai trata sua filha e sua mulher vai ajudar a definir os comportamentos que a filha considera aceitáveis (ou não) em seus próprios parceiros românticos. Especialmente na adolescência, quando as filhas começam a ter relacionamentos românticos, esse comportamento modelar pode ser crucial. Para os pais, o mais importante é dar um bom exemplo no modo como ele trata as mulheres.

4 – A melhor maneira de construir confiança é estar presente e agir com consistência. É crucial demonstrar interesse pela vida da filha, sem obrigá-la a mostrar interesse recíproco. O pai precisa manter os canais de diálogo abertos, conversar com sua filha adolescente sobre o uso apropriado de mídias sociais e até deixando que ela cometa seus próprios erros, porque essa é a melhor maneira de aprender o que não se deve fazer.

5 – É inteiramente normal, e até desejável, que a filha adolescente comece a distanciar-se dos pais e a reforçar seu vínculo com seus amigos. Para um pai que quer manter o vínculo estreito com sua filha, a melhor abordagem muitas vezes é agir de modo casual. Crie oportunidades para interação, mas não ponha pressão demais. Alguns dias serão mais fáceis que outros.

6 – Os conflitos entre mãe e filha podem ser fonte de grande tensão para o pai. Na maioria dos casos, é preferível que pai e mãe fiquem do mesmo lado; no mínimo, o pai deve procurar não discordar da mãe diante de sua filha. Em vez disso, aborde a situação como mediador. O pai pode tentar fazer mãe e filha enxergarem a posição uma da outra, ao mesmo tempo em que ele próprio se mantém neutro.

7 – O desenvolvimento do caráter de uma criança não depende tanto de uma figura masculina, uma figura feminina ou pai e mãe. Sendo assim, os pais e mães solteiros, muitas vezes, precisam se esforçar mais para proporcionar a seus filhos exemplos que compensem pelo gênero faltante. Por isso, o pai solteiro pode e deve procurar figuras femininas – uma tia, uma amiga, uma avó – que possam servir de exemplo e ser presentes, coerentes e positivas na vida de sua filha.

13 thoughts on “Relação pai e filha: Freud explica”

  1. Helio Portocarrero Menezes disse:
    11 de setembro de 2017 às 20:01

    Tenho 48 e 3 filhos com 24, 15 e 12 anos. São dois homens e uma mulher. Minha filha tem 15 anos. Minha filha sempre foi mais carinhosa com minha esposa. Apesar de eu ser muito presente, carinhoso e extrovertido minha filha nunca foi de deitar no meu colo ou me ficar me abraçando ou beijando. Temos boa comunicação. Essa história de que as filhas são mais próximas dos pais não ocorre na minha casa. Na infância dela eu brincava de boneca, levava ao ballet, coisa que minha esposa não gostava de fazer. Sempre fui compreensivo e mesmo assim minha filha não é de me dar carinho ou pedir. Ando meio triste. Sou meio sentimental com essas coisas. Meu filho caçula tem mais afinidades comigo. Tento me aproximar da minha filha. Sou compreensivo e procuro perguntar como foi o dia, me interesso pelas coisas dela. Nos últimos dias estou chateado e meio distante. Pareço até que eu sou o adolescente magoado…risos…O que pode causar esse “bloqueio” dela comigo?

    Responder
    1. Diários da Mamãe disse:
      12 de setembro de 2017 às 11:18

      Oi Helio, bom dia! Tudo bem??
      Isso acontece muitas vezes, pode ficar tranquilo. Todas as crianças passam por fases durante o seu crescimento, e essa é mais uma dessas fases. O que aconselhamos é que não deixe isso afetar a relação de vocês, esteja sempre pronto para ouvi-la e tente compreender a fase atual. Importante também não se manter distante e nem ficar magoado achando que a culpa é sua ou dela, na verdade a culpa não é de ninguém. Tenha paciência que isso vai passar!!

      Responder
  2. Helio Portocarrero Menezes disse:
    19 de dezembro de 2017 às 16:02

    Olá Diários da Mamãe, obrigado pela resposta. Hoje eu e minha filha estamos muito bem. Entendo que há muitas maneiras de demonstrar amor, carinho e preocupação. Valeu pelo carinho!

    Responder
  3. Ana Elita disse:
    15 de janeiro de 2018 às 11:14

    Bom dia, tenho duas filhas, uma de 14anos e a outra tem 6, meu esposo é muito carinhoso com nossas filhas, mais. Nos últimos 6 meses estou sofrendo muito por conta de nossa filha mais velha ela esta com um chush e meu esposo não aceita e tudo e motivo de conflito, ele é muito radical nas suas atitudes tomou o celular dela e não deixa mais ela sair de casa so, ela so saí se for com agente ,tenho medo que ela tome alguma atitude drásticas, o que. Você me aconselha?

    Responder
    1. Diários da Mamãe disse:
      16 de janeiro de 2018 às 10:06

      Oi Ana bom dia! tudo bem ?
      A melhor saída é sempre a conversa! Cada um colocar o seu lado e tentar chegar a um consenso entre as partes! Caso perceba que isso não vá acontecer, busque alternativas… Mostre para o seu esposo a importância de ter a sua filha por perto, ter a confiança ela e, principalmente, se aproximar do seu namorado!

      Agradecemos o comentário e caso tenha alguma dúvida deixe aqui nos comentários que respondemos 😉

      Responder
  4. Fernanda disse:
    7 de março de 2018 às 14:17

    Tenho uma filha de 18 anos e o gênio dela e do pai é idêntico.
    Fico muito aborrecida e muitas das vezes sem acão por ficar igual uma balança no meio dos dois.
    Se magoam muito e falam coisas indevidas , como posso agir …

    Responder
    1. Diários da Mamãe disse:
      9 de março de 2018 às 13:59

      Oi Fernanda, bom dia! A melhor saída é sempre a conversa, já tentou conversar os três? Outra saída é procurar ajuda de um profissional, uma boa é o psicólogo!

      Abraços! 😉

      Responder
  5. Bruna disse:
    21 de julho de 2018 às 16:33

    Olá! Minha filha tem 14 anos e o pai dela sempre a tratou muito bem, mas ela não gosta dele e não quer mais ficar perto dele, inclusive quer que eu me separe.
    O que devo fazer?

    Responder
    1. Diários da Mamãe disse:
      26 de julho de 2018 às 20:10

      Olá Bruna, tudo bem? A melhor saída é sempre a conversa, a saída neste caso é procurar um especialista como um psicólogo! Já tentou algo assim?

      Abraços! 😉

      Responder
  6. Lucas disse:
    19 de outubro de 2018 às 15:29

    Olá, bom dia!!!
    Estou um pouco triste e frustrado comigo mesmo… não sei onde estou errando, preciso de uma ajuda. Minha filha tem 1 ano e 11 meses, ela está naquela fase de desafios e ficar me testando e ou provocando. Por exemplo: ontem eu estava com uma panela próxima dela. Logo ela quis pegar, tentei explicar, mais já veio o choro… minha esposa intermédio, solicitando para dar para ela…em um curto tempo a nossa filha deu a volta no sofá e deu para a mãe.
    Estou perdido em que linha seguir.
    Obrigado

    Responder
  7. Gilclea disse:
    10 de novembro de 2018 às 12:08

    Acho que é pouco explorado o comportamento de filhas adultas sobre a vida de um pai solteiro. Há uma grande chance das filhas quererem decidir com quem o pai deve ou não se relacionar. Apesar de nunca ter dado motivo duas vezes já tive namorados influenciados pelas filhas a romper os namoros. Mesmo a contra gosto destes! Como lidar com isso, conversar c ele sobre?

    Responder
  8. Vanessa H disse:
    4 de janeiro de 2019 às 22:07

    Boa noite!! Tenho uma filha de 14 anos q está muito distante do pai, quando ela era pequena era um grude com ele, ele sempre deu atenção pra ela, mas conforme a adolescência foi chegando ele não soube lidar com essa fasse é era muito explosivo. Ela se afastou mesmo os dois nem se falam, e ele tenta se aproximar mas não tem muito jeito, ele tem atitudes como se ela fosse criancinha ainda, tipo se ela na suja na roupa ele vai lá e limpa, fecha o casaco, e ela está tendo uma percepção horrível tipo acha q ele faz isso com segundas intenções, ela disse q tem medo dele. Mas eu conheço ele muito bem, ele jamais faria algo de ruim pra ela, ele tem um filho de 26 anos, q eu ajudei a criar desde os 10 anos, o filho já é casado e ele trata como criança, tenta resolver todos os problemas do filho. Por favor me ajudem!!

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  9. Larissa Oliveira Candido disse:
    17 de outubro de 2020 às 05:20

    Sou adulta, tenho 30 anos. Ainda não achei resposta para o que eu procuro. Me acho muito dependente dos meus pais e isso e o que me incomoda, estou quase dando rugas na cara. Minha relação com meu pai sempre foi complicada. Passei por essa fase de ser apaixonada pelo pai,mas depois disso minha relação mudou, entrei para a adolescência e achava certas coisas ridículas. Odiava quando eu me arrumava e ele falava que eu tava bonita. Depois de adulta, minha relação nunca foi fácil por conta de outros conflitos. Mas o que me incomoda e que meu mundo virou os meus pais, eu sempre fui muito fechada pra todo mundo, por isso não fiz amigos e tenho muito medo de lutar pelo que eu quero. Estou no primeiro emprego até hoje, porque sou acomodada, meu emprego e serviço público. Não sei dirigir e isso e uma vergonha pra mim. Meu pai tem que me levar em todos os lugares. ( Coisa que nenhum jovem da minha idade tem

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